O candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que impôs restrições à atuação eleitoral de integrantes do União Brasil e do Progressistas no estado. A medida envolve a veiculação da campanha e o acesso a recursos do fundo partidário, em meio a uma disputa interna entre as direções nacionais e os diretórios cearenses das siglas.
Durante manifestação sobre o caso, Ciro classificou a decisão do ministro Floriano de Azevedo Marques como uma “aberração” e questionou os efeitos da determinação sobre a reta final da campanha eleitoral.
A decisão ocorre justamente nos últimos dias antes do primeiro turno, aumentando a pressão sobre as forças políticas envolvidas. Com a propaganda eleitoral chegando à fase decisiva, qualquer alteração na distribuição de tempo e no financiamento das campanhas pode modificar a estratégia dos candidatos.
O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) já refez a divisão do tempo destinado às legendas na propaganda eleitoral gratuita de rádio e televisão. A mudança passa a valer na programação desta quarta-feira (30), considerada uma das últimas oportunidades de exposição dos candidatos antes da votação.
Ao comentar o cenário, Ciro também destacou a proximidade do encerramento da propaganda eleitoral. A avaliação ocorre em um momento de forte disputa política no Ceará, com as campanhas intensificando agendas, declarações e confrontos na reta final.
A decisão do TSE e seus reflexos sobre a propaganda e os recursos partidários devem continuar no centro das atenções até o encerramento da campanha.
