A disputa entre cearenses para ocupar as duas vagas disponíveis no Senado Federal nas eleições de 2026 tem dez nomes no total: quatro da base, cinco da oposição e um correndo por fora, que até então pode ser chamado de candidatura independente. Atualmente, o cenário de construção para o lançamento de uma candidatura à Casa Alta tem como pano de fundo a contagem de pouco mais de um mês para o início das convenções partidárias, que começam em 20 de julho e vão até 5 de agosto. A expectativa, no entanto, é que ainda neste mês de junho haja oficialização das chapas ou, pelo menos, de alguns nomes.
Do lado da oposição, os nomes postos são Alcides Fernandes (PL), Priscila Costa (PL), General Theophilo (Novo), Cândido Albuquerque (PSDB) e Capitão Wagner (Federação UPB). Ligados à base estão Júnior Mano (PSB), Eunício Oliveira (MDB) e Chiquinho Feitosa (Republicanos), além de Domingos Filho ou Domingos Neto, ambos do PSD, que guardam uma esperança remota à indicação ao Senado, uma vez que pleiteiam também a vice do governador Elmano de Freitas (PT). Cid Gomes (PSB), já senador, é, a pedido dos correligionários, candidato à indicação.
Cada um por si
Alguns dos nomes da base e da oposição têm realizado atividades, ido a eventos e publicado em redes sociais conteúdos ligados à pré-campanha. Nas últimas semanas, Capitão Wagner e Alcides Fernandes têm ido a eventos ao lado do pré-candidato ao Governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), como as visitas do ex-governador a Barbalha e Sobral. O lançamento do tucano a pré-candidato ao Abolição, no mês passado, teve também a presença de Cândido Albuquerque. Ainda na oposição, General Theophilo participou do evento de lançamento da pré-candidatura de Eduardo Girão (Novo) a governador estadual, também em maio.
